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NO PRÓXIMO ANO FAÇA ALGO POR AGUÉM

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Mais um ano vai chegando ao fim e a maioria das pessoas buscam em suas memórias todos os acontecimentos que houveram ao longo do ano, uma espécie de retrospectiva. Algumas pessoas conseguiram realizar seus sonhos e outras não. Espero que você esteja entra essas pessoas que tiveram um ano maravilhoso, mas, se não conseguiu realizar tudo o havia planejado, não tem problema. Fica a certeza que 2013 será um ano ainda melhor!! Isso só depende de você!

Esses dias estava lendo um texto de um amigo que foi postado no final do ano passado e me fez despertar para algumas situações. Nesse texto ele comentava a importância em utilizar o ano que estava chegando (2012) para fazer a diferença na vida de alguém. E muitas vezes acabamos entendendo que fazer a diferença é ajudar financeiramente. É claro que em determinado momento essa atitude poder ser um diferencial, mas não é somente isso.

Esse texto me fez relembrar um momento muito legal da minha vida. Foi no ano de 2011, eu e minha esposa, através de um grupo de nossa religião decidimos fazer parte de uma caravana que realizava visitas mensais (sempre o 3° domingo do mês) a uma clinica de deficientes mentais. Pessoas que na sua maioria haviam sido abandonadas por suas famílias e acabaram parando naquele local.

Logo em nossa primeira visita sentimos a emoção em estar fazendo parte de um grupo de pessoas que tinham como finalidade levar um pouco de atenção, amor e carinho para aquelas pessoas doentes. Nós levávamos, através de doações feitas pelo próprio grupo, alguns lanches como: café, sucos, pão, biscoitos e etc. 

A nossa chegada era uma verdadeira festa e era visível no rosto de cada uma daquelas pessoas a alegria, emoção, amor e infelizmente tristeza também. Me surpreendia ver que em alguns casos existiam pessoas que conversavam normalmente e contavam suas histórias e como haviam chegado até ali. Histórias que em muitos casos comoveram a mim e a minha esposa e nos faziam pensar e repensar sobre a vida e o quanto tínhamos a agradecer a Deus.

Podíamos ver nos olhos de cada um o agradecimento por termos disponibilizado um tarde junto a eles, conversando com eles, por ter ouvido cada história, pelos conselhos e por tantas outras coisas mais que talvez não possamos imaginar.

É através dessas lembranças, tão pura e verdadeira, que espero começar o meu ano de 2013. Quero disponibilizar cada vez mais tempo para ajudar outras pessoas e quem saber procurar aquele grupo que foi tão especial na minha vida e agradecer por ter me dado honra de conhecê-los.

Espero que o ano de 2013 seja repleto de muita paz e que cada um de vocês possam também dispor de um tempinho para ajudar alguém e assim tentarmos melhorar um pouco esse mundinho em que vivemos.

segue o link do texto que comentei:


FELIZ ANO NOVO!!
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Resposta a carta de cobrança...

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Essa é boa!!

Resposta a carta de cobrança...
Prezados Senhores,

Esta é a oitava carta de cobrança que recebo de Vossas Senhorias… Sei que não estou em dia com meus pagamentos, acontece que estou devendo também em outras lojas e todas esperam que eu lhes pague.
Contudo, meus rendimentos mensais só permitem que eu pague duas prestações no fim de cada mês, as outras, ficam para o mês seguinte.
Estou ciente de que não sou injusto, daquele tipo que prefere pagar esta ou aquela empresa em detrimento das demais, ocorre o seguinte… todo mês, quando recebo meu salário, escrevo o nome dos meus credores em pequenos pedaços de papel, que enrolo e coloco dentro de uma caixinha. Depois, olhando para o outro lado, retiro dois papéis, que são os "sortudos" que irão receber o meu rico dinheirinho, os outros… paciência… ficam para o mês seguinte.
Afirmo aos senhores, com toda certeza, que sua empresa vem constando todos os meses na minha caixinha. Se não paguei ainda, é porque os senhores estão com pouca sorte.
Finalmente, faço-lhes uma advertência, se os senhores continuarem com essa mania de me enviar cartas de cobrança ameaçadora e insolentes, como a última que recebi, serei obrigado a excluir o nome de Vossa Senhoria dos meus sorteios mensais.

Sem mais,
Obrigado.

Retirado do site: http://www.menegatti.srv.br
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On ou Off - de que lado você está

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Recebi o vídeo acima de uma amigo e decidi postar aqui no Mente Aberta pela bonita mensagem que ele nos transmite. 

Vale a pena dispor de alguns minutos para assisti-lo!

Vídeo enviado por Thiago Martins
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FELIZ NATAL

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Quero aproveitar esse espaço no Mente Aberta para desejar a todos os amigos que durante o ano de 2012 por algum motivo resolveram dar uma passadinha por aqui.

Dividimos opiniões, trocamos informações e criamos em alguns casos amizades bem legais. Desejo um ano de 2013 repleto de alegria e muita paz. Que cada um de vocês consigam realizar todos os seus objetivos e que seja um ano vitorioso em todos os sentidos.

Aproveitem muito essa data junto com suas famílias, pois o Natal é um momento especial em que podemos transmitir de maneira mais "forte" o sentimento do amor. 
Um grande abraço a todos e um FELIZ NATAL!
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O Que é o Natal?

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Eu, menino, sentado na calçada, sob um sol escaldante, observava a movimentação das pessoas em volta, e tentava compreender o que estava acontecendo.


Que é o Natal? Perguntava-me, em silêncio.

Eu, menino, ouvira falar que aquele era o dia em que Papai Noel, em seu trenó puxado por renas, cruzava os céus distribuindo brinquedos a todas as crianças.

E por que então, eu, que passo a madrugada ao relento nunca vi o trenó voador? Onde estão os meus presentes? Perguntava-me.

E eu, menino, imaginava que o Natal não deveria ser isso.

Talvez fosse um dia especial, em que as pessoas abraçassem seus familiares e fossem mais amigas umas das outras.

Ou talvez fosse o dia da fraternidade e do perdão.

Mas então por que eu, sentado no meio-fio, não recebo sequer um sorriso? Perguntava-me, com tristeza. E por que a polícia trabalha no Natal?

E eu, menino, entendia que não devia ser assim...

Imaginava que talvez o Natal fosse um dia mágico porque as pessoas enchem as igrejas em busca de Deus.

Mas por que, então, não saem de lá melhores do que entraram?

Debatia-me, na ânsia de compreender essa ocasião diferente.

Via risos, mas eram gargalhadas que escondiam tanta tristeza e ódio, tanta amargura e sofrimento...

E eu, menino, mergulhado em tão profundas reflexões, vi aproximar-se um homem...

Era um belo homem...

Não era gordo nem magro, nem alto nem baixo, nem branco, nem preto, nem pardo, nem amarelo ou vermelho.

Era apenas um homem com olhos cor de ternura e um sorriso em forma de carinho que, numa voz em tom de afago, saudou-me:

Olá, menino!

Oi!... respondi, meio tímido.

E, com grande admiração, vi-o acomodar-se a meu lado, na calçada, sob o sol escaldante.

Eu, menino, aceitei-o como amigo, num olhar. E atirei-lhe a pergunta que me inquietava e entristecia:

Que é o Natal?

Ele, sorrindo ainda mais, respondeu-me, sereno:

Meu aniversário.

Como assim? Perguntei, percebendo que ele estava sozinho.

Por que você não está em casa? Onde estão os seus familiares?

E ele me disse: Esta é a minha família, apontando para aquelas pessoas que andavam apressadas.

E eu, menino, não compreendi.

Você também faz parte da minha família... Acrescentou, aumentando a confusão na minha cabeça de menino.

Não conheço você! eu disse.

É porque nunca lhe falaram de mim. Mas eu o conheço. E o amo...

Tremi de emoção com aquelas palavras, na minha fragilidade de menino.

Você deve estar triste, comentei. Porque está sozinho, justo no dia do próprio aniversário...

Neste momento, estou com você! Respondeu-me, com um sorriso.

E conversamos...uma conversa de poucas palavras, muito silêncio, muitos olhares e um grande sentimento, naquela prece que fazia arder o coração e a própria alma.

A noite chegou... E as primeiras estrelas surgiram no céu.

E conversamos... Eu, menino, e ele.

E ele me falava, e eu O entendia. E eu O sentia. E eu O amava...

Eu, menino: sou as cordas. Ele: o artista. E entre nós dois se fez a melodia!...

E eu, menino, sorri...

Quando a madrugada chegou e, enquanto piscavam as luzes que iluminavam as casas, Ele se ergueu e eu adivinhei que era a despedida. E eu suspirava, de alma renovada.

Abracei-O pela cintura, e lhe disse: Feliz aniversário!

Ele ergueu-me no ar, com Seus braços fortes, tão fortes quanto a paz, e disse-me:

Presenteie-me compartilhando este abraço com a minha família, que também é sua... Ame-os com respeito. Respeite-os com ternura, com carinho e amizade. E tenha um feliz Natal!

E porque eu não queria vê-lo ir-se embora, saí correndo em disparada pela rua. Abandonei-O, levando-O para sempre no mais íntimo do coração...

E saí em busca de braços que aceitassem os meus...

E eu, menino, nunca mais O vi. Mas fiquei com a certeza de que Ele sempre está comigo, e não apenas nas noites de Natal...

E eu, menino, sorri... pois agora eu sei que Ele é Jesus... E é por causa Dele que existe o Natal.
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Como surgiu a universidade de STANFORD...

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Uma senhora, usando um simples vestido de algodão, e seu marido trajando um velho terno feito à mão, se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade de Harvard. Eles vinham da Califórnia e não haviam marcado entrevista.

A secretária, num relance, achou que aqueles dois, com aparência de caipiras do interior, nada tinham a fazer em Harvard. "Queremos falar com o presidente", disse o homem em voz baixa. "Ele vai estar ocupado o dia todo", respondeu rispidamente a secretária "Está bem, respondeu o homem, nós vamos esperar".

A secretária os ignorou por horas a fio, e um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso. "Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir embora", disse.

O presidente suspirou com irritação, mas concordou. Com o rosto fechado, ele foi até o casal. "Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano disse a mulher. Ele amava Harvard e foi muito feliz aqui, mas, há um ano atrás ele morreu num acidente e gostaríamos de erguer um monumento em honra a ele em algum lugar do campus".

"Minha senhora, disse rudemente o presidente, não podemos erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu, se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério". "Oh, não, respondeu rapidamente a senhora. Não queremos erigir uma estátua. Gostaríamos de doar um edifício à Harvard."

O presidente olhou para eles, e exclamou:

"Um edifício! Os senhores têm ideia de quanto custa um edifício? A Harvard tem mais de sete milhões e meio de dólares em prédios". A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido:

"Se é só isso que custa uma universidade, por que não termos a nossa própria"? O marido concordou. O casal, Leland Stanford, levantou-se e saiu. Viajando de volta para Califórnia, eles fundaram ali a Universidade Stanford, uma das melhores do mundo, em homenagem a seu filho, ex-aluno da Harvard.

Enviado pelo Prof. Menegatti







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O Rio é líder em Dengue Hemorrágica

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Em um estudo realizado pela Ministério da Saúde o Estado do Rio de Janeiro é líder em casos de dengue grave (hemorrágica) no Brasil. Foram em média 891 casos de dengue hemorrágica só em 2012. Isso representa 24% das ocorrências em todo o Brasil.
A Secretária explica que o alto índice se deve a uma particularidade do Rio, a circulação de todos os tipos do víris da dengue. Os quatro sorotipos já passaram pelo Estado e essa mistura acaba contribuindo para casos elevados da dengue hemorrágica. Isso porque, quem pega dengue de um determinado sorotipo e já teve a doença antes (de outro tipo) desenvolve a forma grave.
Há também outros fatores que ajudam na proliferação do mosquito transmissor como por exemplo: a alta temperatura no Estado do Rio de Janeiro e o relevo montanhoso que dificulta o combate ao inseto.
Portanto, devemos ter todo o cuidado e tentar contribuir no combate ao mosquito da dengue. Aqui no Mente Aberta já postei algumas vezes algumas orientações em como proceder no cambate ao mosquito e como detectar os sintomas. Caso queiram relembrar é só clicar no link abaixo. Um grande abraço!!

http://jorge-menteaberta.blogspot.com.br/2012/01/dengue-e-preciso-previnir.html
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Retrospectiva 2012 x 2013

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O natal está se aproximando e mais um ano vai se passando. Essa é a hora de fazermos uma retrospectiva do ano e analisar todos os pontos positivos e negativos. Esse foi um ano em que pude aproveitar mais e consegui conciliar de forma satisfatória trabalho/família. Confesso que em alguns momentos tive que fazer escolhas difíceis. Errei e acertei em muitas dessas escolhas, mas o importante, é que aprendi e muito com cada uma delas.
Acho que o mais importante são as amizades que construimos ao longo do ano, os momentos que dividimos com quem amamos e as experiências maravilhosas que vivemos e muitas vezes não valorizamos como deveríamos.
Aprendi em 2012 que cada dia, hora, minuto ou segundo são absolutamente indispensáveis, pois em qualquer dia, hora, minuto ou segundo você pode perder de vez uma pessoa que você tanto ama, ou um bom emprego, um momento especial ao lado de um grande amigo, o pôr do sol e tantas outras coisas que simplesmente teimamos em não enxergar.
Decidi em 2012 ser um profissional melhor, ser um pai ainda mais presente e amar ainda mais minha esposa. Se consegui tudo isso? Não sei! Mas tenho a minha consciência tranquila de que dei o meu máximo e procurei fazer o melhor.
Vejo 2013 como uma oportunidade sensacional de continuar essa minha jornada em busca de crescimento na minha vida pessoal, profissional e espiritual.
E você o que fez em 2012 e o que pretende fazer em 2013?

Autor:
Jorge Luiz
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UM NATAL DIFERENTE

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Naquele escritório era assim. Todos os anos, eles procuravam uma família que necessitasse de assistência para comemorar o Natal.

Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma que havia sofrido várias tragédias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.

Então, durante um mês, todos no escritório foram colocando as doações em dinheiro dentro de uma lata decorada.

Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a mãe e os seis filhos, imaginando a expressão de felicidade deles, ao receberem os presentes.

Para os meninos, luvas para o inverno e aviões em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pelúcia. Para a mais velha, já adolescente, perfume e um relógio.

Evidentemente, aquela família não deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural seria o portador dos presentes.

Na sexta-feira anterior ao Natal, a mãe da família voltou mais cedo para casa, após o trabalho. Ela recebera uma gratificação extra do seu patrão. O marido ficou feliz com a notícia.

Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades.

Mas, então, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e não poderia pagar as despesas médicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.

Condoídos com a situação, marido e mulher convocaram os filhos para uma reunião de família e decidiram entregar a gratificação de Natal ao amigo.

Comida e despesas médicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.

Algumas horas depois de tomada a decisão, o pastor foi fazer uma visita para a família.

Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para o amigo necessitado.

O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condição: todos eles deveriam acompanhá-lo até seu carro.

Sem entender muito bem o porquê da exigência do pastor, eles concordaram com o pedido.

Quando atravessaram o portão da casa, viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escritório lhes havia mandado, como expressão de amor natalino.

Que Natal esplêndido foi aquele para as duas famílias necessitadas, para o coração do pastor e para todo o pessoal do escritório!

* * *

Num dia distante, há mais de vinte séculos, o Divino Pastor nasceu entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais, aos corações dos homens de boa vontade.

Até hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se dispõem a ter boa vontade para com os outros homens. Boa vontade para doar-se, para dar-se, para amar.

Este é o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens. O amor dos homens uns para com os outros, em nome do Divino Amor que se chama Jesus

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Ajude sempre!

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Ajude, mesmo conversando!
Uma boa palavra, um sorriso de incentivo, um pensamento construtor são, muitas vezes, o ponto de partida para uma grande vitória daqueles que nos cercam.
Se observar tristeza ou preocupação, procure ajudar.
Se não puder agir, fale.
Se não puder falar, ao menos pense firmemente, desejando a felicidade e esta atingirá seu objetivo.
Mas, ajude sempre!
 
(Minutos de Sabedoria, 42, Torres Pastorino)
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Oscar Niemeyer

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"A vida nos leva pra onde ela quer. Cada um vem, escreve sua historinha e vai embora. Não vejo segredo em levar a vida"

Oscar Niemeyer
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APRENDI E DECIDI...

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E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...

Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.

Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.

Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.

Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.

Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.

Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrenta-las era a única e melhor forma de as superar.

Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.

Deixei de me importar com quem ganha ou perde, agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer.

Aprendi que o difícil não e chegar lá em cima, e sim deixar de subir.

Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar a alguém de "Amigo".

Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor e uma filosofia de vida".

Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste presente.

Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais.

Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...

Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade.

E desde aquele dia já não durmo para descansar...

Agora simplesmente durmo para sonhar.
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Escolhas - Mahatma Gandhi

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Se eu pudesse deixar algum presente à você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que é indispensável. Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída

Mahatma Gandhi

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Festival teatro para todos 2012

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Para quem gosta de assistir peças de teatro, começou nesta sexta 23/11 o Festival de teatro para todos.  Esse ano o festival traz 58 peças, entre espetáculos adultos e infantis, com preços bem reduzidos e a promoção vai até 23 de Dezembro.

Os convites estarão a disposição em um Doblô que ficará localizado no Largo da Carioca, de segunda a sexta, das 9h às 19h. A partir de quarta, um quiosque fixo funcionará na Praça Floriano, na Cinelândia - menos sábados e domingos. Além disso, um quiosque móvel percorrerá diversos locais. Funcionará das 10h às 18h, com exceção de Botafogo, que nesta sexta-feira atende entre 13h às 18h.

Segue abaixo o roteiro dos lugarem onde podem ser comprados os ingressos:

Botafogo: nesta sexta e dia 22: Rua São Clemente, em frente ao metrô do bairro. Ilha:Terça, na Estrada do Galeão, em frente ao mercado Extra. Barra: Quarta, na Praça Professor Bernardino. Copacabana: Quinta e dia 12, na Praça Cardeal Arcoverde. Caxias: Dia 30, em frente ao Teatro Raul Cortez. Catete: Dia 1º e 15 de dezembro, no Largo do Machado. Ipanema: Dias 4 e 20, na Praça General Osório. Madureira: Dia 6, em frente ao Madureira Shopping. Tijuca: Dias 7 e 19, na Praça Saens Peña. Méier: Dias 8 e 21, na Praça Agripino Grieco. Niterói: Dia 11, na Praça Araribóia. Central: Dia 13, na Praça Procópio Ferreira. Santa Cruz: Dia 14, na Praça Benedito de Freitas. Jacarepaguá: Dia 18, no Largo da Freguesia.

Algumas peças famosas como Lente de Aumento em que normalmente os ingressos são vendidos a R$ 80,00, na promoção saem R$ 30,00. Esse será o custo do ingresso mais caro do Festival. Algumas peças terão o valor de apenas R$ 10,00.
 
Para quem gosta muito vale a pena disponibilizar um tempo e aproveitar o Festival.

Grande abraço!!


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Educação - Como criar o hábito da leitura na infância?

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As crianças estão cada dia menos acostumadas a ler, sendo que elas serão os adultos de amanhã. Uma pessoa com pouca cultura tem maior dificuldade em se socializar e, futuramente, ingressar no mercado de trabalho.
Portanto, o interesse pela leitura deve ser estimulado pela mamãe quando o bebê ainda está dentro da barriga. O hábito de ler deve ser desenvolvido desde o início da vida.
O bebê, mesmo dentro da barriga, sente e escuta a voz da mamãe. Uma mamãe que conta histórias para o seu filhote durante a gestação oferece uma experiência que pode ser levada para toda a vida se for sempre estimulada.
Depois do nascimento, a mamãe, ou mesmo o papai, deve continuar a contar histórias para o seu pequeno. A partir do momento em que o pequeno começa a pegar objetos e a brincar, brincadeiras com livros já podem ser introduzidas no cotidiano da criança.
Você sabia que a hora do banho é uma boa oportunidade para seu bebê se acostumar com livros? Pois é. Existem livros de plástico ideal para essa hora. Como o banho é muito prazeroso para a criança, esta poderá associar o livro a um evento gostoso.
As crianças são seres muito curiosos e o manuseio de livros, sejam eles de plástico, pano, papel ou musicais são importantes para que os pequenos manipulem, brinquem e explorem o objeto que pode ampliar o vocabulário e imaginação.
Livros com muitas ilustrações e pouco texto são adequados para crianças acima de cinco anos, que poderão criar histórias com base nos desenhos ou interpreta-los. Se a leitura for estimulada desde pequenino, o manuseio do livro para essas crianças já será comum.
Desse modo, quando o processo de alfabetização estiver acontecendo, as crianças que passaram por todo o processo de conhecimento e manuseio do livro terão prazer de lê-lo, seja um livro indicado pela escola ou o que a própria criança escolher na biblioteca.

Pais que lêem servem de exemplo ao filho - Outro estímulo que os pais podem oferecer à criança e que pode ser o principal é o exemplo. Crianças que vêem os pais lendo, que percebem que os pais têm prazer ao ler, são crianças mais interessadas em leitura do que as filhas de pais que não lêem e não gostam de ler.
Passeios a feiras de livros são encantadores para as crianças. Lá encontram as mais diferentes opções de leitura e se entusiasmam com o ar de magia e mistério.
Nunca deixe de contar histórias para seu filho, se ele já sabe ler, leia junto e depois comentem a história, faça-o interpretar o livro que leu. Leva-lo à biblioteca e escolherem um livro juntos para ler em casa é um grande incentivo.
São pequenas ações que criam o hábito da leitura, ajudando a criança no desenvolvimento da escola, aumentando criatividade, linguagem, vocabulário e escrita. Uma criança adepta à leitura terá um futuro com muito mais perspectivas profissionais. Além disso, a leitura permite você voar com o pensamento sem sair do lugar.

Dicas
- Leve seu filho para passear em bibliotecas e livrarias que deixem a criança manusear os livros. O contato com o autor do livro pode estimular a curiosidade pelo livro. Festas de lançamentos de livros são ideais.
- Pegue o livro e vá contar história para a criança na cama. Faça perguntas simples para deixar o filho aceso na história. Se a história for sobre animais, pergunte se ela já viu uma baleia, por exemplo, e peça para ela descrevê-la.
- Não repreenda a criança pela folha do livro rasgada, acidentes acontecem. Converse e o ajude a criar responsabilidade.

Autor:
Bruno Rodrigues

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Video - Hitler - Palmeiras rebaixado

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Esse video está circulando na internet e os caras fizeram uma montagem utilizando o filme do Hitler em que ele fica revoltado com o rebaixamento do Palmeiras. Muito bem bolado!
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Faça a sua parte...

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Um pai levou seu filho para pescar num rio. Eles colocaram a linha com os anzóis e iscas e foram até o chalé onde estavam hospedados.

Uma hora depois voltaram para o rio para ver se haviam pego alguma coisa. Vários peixes haviam sido fisgados nos anzóis. “Eu sabia que haveria pai”, declarou o filho. “Como você sabia”? perguntou o pai. “Porque eu orei”, o menino disse.

Então, eles colocaram mais iscas nos anzóis e voltaram ao chalé para jantar. Depois, desceram ao rio outra vez e havia mais peixes fisgados na linha. “Sabia”, falou o menino. “E como”? pergunto o pai. “Orei de novo”, falou o filho.

Então eles colocaram a linha outra vez e voltara ao chalé. Antes de dormir eles desceram de novo ao rio. Desta vez não havia peixes. “Sabia que não teria”, declarou o menino. “Como você sabia”? perguntou o pai. “Porque” falou o menino “Desta vez eu não orei”. “E por que não”? indagou o pai. “Porque eu lembrei que esquecemos de colocar a isca nos anzóis”, falou o menino.

Conclusão: Ambos os elementos são essenciais.



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ANTES DE CONCLUIR, OBSERVE MELHOR!

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Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um Aeroporto.Como ela deveria esperar por muitas horas resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos. Sentou-se numa poltrona na sala vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.

Ao seu lado sentou-se um homem.Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou: "Mas que cara de pau. Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse".

A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: O que será que o abusado vai fazer agora?

Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela.

Aquilo a deixou bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao embarque. Quando sentou confortavelmente, numa poltrona, no interior do avião, olhou dentro da bolsa, e, para sua surpresa, o pacote de biscoito estava ainda intacto. Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas.

O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, enquanto que ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo os dela.

Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência disto? Há quem proceda de forma muito diferente da que nós gostaríamos. Isso tira a nossa calma e nos dá a impressão de que ninguém gosta de nós.

Raciocine claramente!
Antes de concluir, observe melhor!
Talvez as coisas não sejam exatamente como você vê ou pensa!
SORRIA E SEJA FELIZ!!!

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Alma Infantil

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A alma infantil, nos diz Cecília Meirelles, como aliás, a alma humana, não se revela jamais completa e subitamente, como uma janela que se abre deixando ver todo um cenário.

É necessário ter cuidado para entendê-la, e sensibilidade no coração para admirá-la.

A autora nos narra que, certa vez, ouviu o comentário de uma professora que, admirada, contava sobre alguns presentes recebidos de alunos seus:

Os presentes mais engraçados que eu já recebi de alunos, foram, certa vez, na zona rural:

Um, levou-me uma pena de pavão incompleta: só com aquela parte colorida na ponta. Outro, uma pena de escrever, dourada, novinha. Outro, um pedaço de vidro vermelho...

Cecília afirma que seus olhos se alargaram de curiosidade, esperando a resposta da professora sobre sua compreensão a respeito de cada um dos presentes.

A amiga, então, seguiu dizendo: O caco de vidro foi o que mais me surpreendeu. Não sabia o que fazer com ele. Pus-me a revirá-lo nas mãos, dizendo à criança:

“Mas que bonito, hein? Muito bonitinho, esse vidro...”

E procurava, assim, provar-lhe o agrado que me causava a oferta.

Ela, porém, ficou meio decepcionada, e, por fim, disse: “Mas esse vidro não é para se pegar, Não... Sabe para que é?

Olhe: a senhora põe ele assim, num olho, e fecha o outro, e vai ver só: fica tudo vermelho... Bonito, mesmo!”

A professora finalizou dizendo que esses presentes são, em geral, os mais sinceros. Têm um sidnificado muito maior que os presentes comprados.

Cecília Meirelles vai além, e busca ainda fazer uma análise de caráter psicológico:

O que me interessou, no caso relatado, foram os indícios da alma infantil que se encontraram nos três presentes. E os três parecem ter trazido a mesma revelação íntima:

Uma pena de pavão incompleta – reparem bem -, só com aquele pedacinho “colorido” na ponta, uma pena de escrever “dourada” novinha, e um caco de vidro “vermelho” são, para a criança, três representações de beleza.

Três representações de beleza concentradas no prestígio da cor e desdobradas até o infinito, pelo milagre da sua imaginação.

Essas três ofertas, portanto, da mais humilde aparência (para um adulto desprevenido), não devem ser julgadas como esforço entristecido da criança querendo dar um presente, sem ter recursos para comprar.

O significado de dinheiro, mesmo nas crianças de hoje, ainda é das mais vagas e confusas.

E sua relação de valor para com os objetos que a atraem é quase sempre absolutamente inesperada.

Eu tenho certeza - diz a autora ainda – de que uma criança que dá a alguém uma pena dourada, uma pena de pavão e um caco de vidro vermelho, os dá com certo triunfo.

Dá com certa convicção de que se está despojando de uma riqueza dos seus domínios, de que está sendo voluntariamente grande, poderosa, superior.
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Meu Pai, meu herói

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Quando eu cheguei a este mundo, não sabia ao certo o que estava fazendo aqui, até que percebi que havia alguém para me orientar na jornada.
Um dia, quando você me ergueu nos braços, elevando-me acima da sua cabeça, descobri que você queria que eu percebesse o mundo de um ponto de vista muito abrangente.
Quando comecei a ensaiar meus primeiros passos, com a musculatura das pernas ainda frágil, você me sustentou segurando-me a mão, e entendi que você não desejava me carregar no colo para sempre: queria que eu andasse com as próprias pernas.
Quando entrei em casa pela primeira vez, ofegante, me queixando dos amigos, você disse para eu me acertar com eles, e compreendi que deveria assumir a responsabilidade pelos meus próprios atos.
Quando trouxe para casa minha primeira lição e você se sentou ao meu lado, orientando-me, mas não fez a lição para mim, entendi que você desejava que o aprendizado fosse uma conquista minha.
No dia em que alguns objetos alheios foram parar em minha mochila escolar, você, sem me ofender, me pediu para devolver ao legítimo dono, e compreendi que você queria fazer de mim uma pessoa honesta.
Quando, um dia, meus amigos saíram da sala e tracei alguns comentários maldosos sobre eles, e você me disse que não devemos falar mal das pessoas ausentes, aprendi as lições da sinceridade e do respeito.
Nos momentos difíceis, você estava sempre ao meu lado para me apoiar, e nas horas alegres não me faltou o seu abraço para compartilhar.
Quando fraquejei diante do primeiro embate da vida, você me falou de coragem...
Quando chorei as lágrimas provocadas pelo primeiro sofrimento, você me falou de resignação...
Quando desejei fugir dos compromissos que se apresentavam, você me falou de responsabilidade...
Quando pensei em mentir para um amigo, você me falou de fidelidade...
Quando senti em minha alma os açoites dos primeiros vendavais, você me falou de flexibilidade, e aprendi a me dobrar para não quebrar, como o pequeno ramo verde faz diante dos golpes do vento.
Quando você pressentiu em meu olhar a insinuação da vingança, me falou do perdão...
Quando desejei salvar o mundo, nos ardentes dias da juventude, você me ensinou a moderação e o bom senso.
Quando quis me submeter aos modismos do grupo, você me falou de liberdade.
Quando me iludi, pensando que o mundo era meu, você me falou do Criador do Universo...
Assim, meu pai, desejo dizer que você sempre foi meu herói, meu amigo, meu grande mestre, meu companheiro de caminhada...
Você foi firme, quando era de firmeza que eu precisava...
Você foi terno, quando era de ternura que eu necessitava... Você foi lúcido, quando era de lucidez que eu precisava...
Quando eu cheguei a este mundo, não sabia ao certo o que estava fazendo aqui, até que percebi que havia alguém para me orientar na jornada...
Hoje, bem, hoje eu sei claramente o que estou fazendo aqui, porque você, meu pai, fez mais que apenas me orientar, você caminhou ao meu lado muitas vezes, me seguiu de perto outras tantas, e andou à minha frente muitas outras, deixando rastros de luz, como diretrizes seguras que eu pudesse seguir.
Hoje eu sei muito bem o papel que me cabe na construção de um mundo melhor, porque isso eu aprendi com você, meu grande e admirado amigo...
E quando eu vejo tantos jovens perdidos, sem rumo e sem esperança, vagando entre a violência e a morte, eu peço a Deus por eles, porque é bem possível que não tenham tido a felicidade de ter um pai como você... 
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Quando o amor acaba

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De repente, o que era luz se faz sombra. A época do namoro, as delicadezas e olhares apaixonados dão lugar à amargura, à aridez dos dias.

E muita gente afirma: O amor acabou!

Uma sentença que cai pesada sobre os ombros de quem ouve. O fim do amor talvez seja a mais triste notícia para um ser humano. Afinal, o amor move o Mundo e enche a vida de alegria.

Mas será que o amor acaba? Afinal, é um sentimento tão forte que ultrapassa a barreira dos relacionamentos pessoais e desagua nas relações sociais.

Onde há um grupamento humano há a necessidade de amor.

Amor de pais, de filhos, de amigos. Amor entre um homem e uma mulher. Que importa de que tipo é o amor?

Basta que ele exista para que seu perfume imediatamente transforme os ambientes, ilumine os olhos, torne o ar mais leve.

E se é tão essencial o amor, por que o deixamos acabar? Por que permitimos que ele se amesquinhe e seja sufocado?

É que nem sempre sabemos priorizar o que realmente é importante. Nem sempre sabemos cuidar das pessoas que mais amamos.

Por vezes tratamos mal justamente aqueles a quem mais queremos bem. São nossos pais, irmãos, esposos e filhos...

Eles deveriam ser nossa prioridade, mas parecem estar sempre em último lugar. Para eles deveríamos guardar os gestos de delicadeza, os afagos, as palavras gentis.

Pior ainda é quando permitimos que os abismos e silêncios aconteçam em nossa casa.

É como um câncer, que começa devagarzinho, vai se instalando e se torna incontrolável.

E tudo começa porque deixamos de conversar, de trocar experiências, de compartilhar o espaço que chamamos lar. E assim vamos nos afastando dos seres amados.

E ainda há a negligência. Deixamos de falar, de sorrir, de dar atenção aos de casa.

Concentrados em pessoas com as quais temos contato meramente social, aos poucos substituímos o grupo familiar pelos amigos, colegas de trabalho e até por gente que acabamos de conhecer.

Assim vamos deixando a vida seguir. De repente, quando percebemos, o tempo passou, os filhos estão adultos, os irmãos casaram, os pais morreram.

Ou estão idosos demais sequer para ter uma conversa divertida num fim de tarde. O trem da vida seguiu e nós nem o vimos passar.

É quando chega o arrependimento, a saudade, a vontade de ficar junto mais um pouco.

Nem sempre é preciso esperar: alguém que morre repentinamente, um acidente, uma doença inesperada.

E percebemos, então, que desperdiçamos o tempo que estivemos ao lado daquela pessoa especial;g>

daquele filho divertido;

daquela mãe dedicada;

daquele pai amoroso;

daquele companheiro que estava bem ao lado, caminhando junto.

Não. O amor não morre. Nós o deixamos murchar, apagar-se. É nosso desleixo, desatenção e preguiça que sufocam o amor.

Mas basta regar com cuidado, sorrisos e carinho, para que ele reviva.

Como planta ressequida, o amor bebe as palavras que lhe dirigimos e se reergue.

O amor não morre nunca. Mesmo que acreditemos que ele está morto e enterrado, que desapareceu, ele apenas aguarda que um gesto de amor o faça reviver.

Experimente! Olhe para as pessoas de sua família, para o seu amor, e lembre-se das belas coisas que viveram.

Não deixe que as más lembranças o contaminem. Focalize toda a sua atenção nos momentos mais felizes.

Abrace, afague, sorria junto, diga o quanto os ama.

E se, de repente, seu coração acelerar, seus olhos ficarem úmidos e uma indescritível sensação de felicidade tomar conta de você, não tenha dúvida: são os efeitos contagiantes e deliciosos do amor.

Redação do Momento Espírita.
Em 15.04.2008



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LENDA JUDAICA

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Deus convidou um Rabino para conhecer o céu e o inferno.

Ao abrirem a porta do inferno, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão onde se cozinhava uma suculenta sopa.

Em volta dela, estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.

Cada uma delas segurava uma colher de cabo tão comprido que lhe permitia alcançar o caldeirão, mas não suas próprias bocas.

O sofrimento era imenso.

Em seguida, Deus levou o Rabino para conhecer o céu.

Entraram em uma sala idêntica a primeira, havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta, as colheres de cabo comprido.

A diferença é que todos estavam saciados.

- Eu não compreendo, disse o Rabino, por que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?

Deus sorriu e respondeu:

- Você não percebeu?

- É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros.
 
Enviado por: Lucy Nery
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O PADRE QUE QUERIA VER JESUS (o valor do trabalho)

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Havia um padre que orava constantemente, pedindo para ver Jesus, que o Pai lhe concedesse essa graça.

Ele e os demais padres residentes no convento, eram muito piedosos e caridosos e faziam sempre o bem aos que necessitavam.

Todos os dias, às três horas da tarde, os portões do convento eram abertos ao som de uma sineta e os pobres entravam para o pátio afim de serem atendidos nas suas necessidades.

Um dia, depois do almoço, o bom padre novamente orou a Deus, pediu, como sempre fazia, a oportunidade de ver Jesus, conversar com Ele, nem que fosse um pouquinho. Estava ajoelhado, quando percebeu que sua pequenina cela ficou totalmente iluminada e Jesus lhe apareceu.

O padre bem velhinho, não cabia em si de alegria e de felicidade. Imagine só, Jesus ali com ele; ia então conversar com o Mestre, quando a sineta do convento soou, chamando todos os padres para socorrer e ajudar os irmãos infelizes.

O padre vacilou por um instante, não sabendo se ia ou ficava ali com Jesus.

Mas, resolveu ir pois precisava atender o seu próximo.

Foi então, com o coração triste, pois dizia ele, quando voltasse não o encontraria mais ali, mas tinha o seu trabalho, pensava e deixou Jesus sentado em sua cela. Atendeu a todos com o mesmo amor e bondade de sempre e quando se retiraram todos, o padre volta para a sua cela.

Vem ainda sentindo seu coração triste por não Ter podido estar com Jesus, porém quando chegou a sua cela, a vê mais iluminada ainda e espantado vê também Jesus que esperava por ele.

Chorando, feliz e agradecido, atirou-se aos pés de Jesus e entre lágrimas diz : "Mestre, tu aqui? Não fostes embora? Esperaste todo este tempo por mim?

E Jesus passando suas mãos compassivas por seus cabelos brancos lhe respondeu meigamente: "Irmão querido, se tu ao ouvir a sineta chamando-te para as obrigações com aquele que sofre, tivesses aqui permanecido, eu é que teria saído".

MORAL: JESUS QUER QUE TODOS NÓS O AMEMOS NO TRABALHO, EM NOSSAS OBRIGAÇÕES DIÁRIAS, CIENTES ENFIM DE NOSSAS RESPONSABILIDADES PERANTE A VIDA.

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VERDADES E BOBAGENS

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Hoje estava visitando alguns blogs, alguns já conhecidos e outros não, e não pude deixar dar uma expiada em um que gosto muito (Verdades e Bobagens). Me deparei com um texto que reflete muito a realidade do nosso BRASIL. Como diz nosso amigo, um texto bem atual, mas revoltante. Infelizmente encontramos muitos "Zezés" por aí e alguns acham isso normal. Segue abaixo o link do texto:



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Algo grande que sirva para alguém

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A moça trabalhava como voluntária numa loja de roupas usadas, um brechó de um hospital.

Certo dia, conta ela, adentrou a loja uma certa senhora bastante obesa.

Logo a atendente pensou, entristecida: Puxa... Ela não vai encontrar nada na numeração dela...

A partir daquele momento, ficou bastante apreensiva, conforme observava a senhora passando de arara em arara, procurando algo.

Pensava numa forma de evitar que a cliente se sentisse mal, uma vez que tinha certeza de que não encontraria nada que lhe servisse.

Não queria que ela se sentisse excluída e nem que a questão de seu sobrepeso viesse à tona, deixando a estranha sem jeito.

Fez, então, uma breve oração, pedindo uma luz para se sair bem daquela situação delicada, evitando que a senhora passasse por qualquer tipo de humilhação naquele momento.

Foi quando o esperado aconteceu. A cliente se dirigiu à moça e afirmou, um pouco entristecida e constrangida:

É... Não tem nada grande, não é?

E a moça, que até aquele instante não soubera o que fazer, abriu os braços de uma ponta a outra e lhe respondeu, sorrindo:

Quem disse?? É claro que tem! Olha só o tamanho deste abraço! - E a abraçou com muito carinho.

A loja toda parou para observar a cena inusitada e bela.

A senhora, pega de surpresa, entregou-se àquele abraço acolhedor, deixou-se tomar por algumas lágrimas discretas e exclamou:

Há quanto tempo ninguém me dava um abraço...

Depois de alguns instantes, buscando se recompor, ainda emotiva, finalizou a conversa breve dizendo:

Não encontrei o que vim buscar, mas encontrei muito mais do que procurava...

* * *

Inspirados nesta singela passagem, poderíamos perguntar:

Será que dentro de nós, procurando nos baús de nossa intimidade, nas prateleiras da alma, também não podemos encontrar algo grande que sirva para alguém?

Somos aprendizes, sim. Muito nos falta de bagagem moral e intelectual, mas muito já temos para oferecer.

Quem não tem condições de dar um abraço sincero?

Quem não consegue alguns minutos de sua semana para dedicar a algum tipo de trabalho voluntário?

Quem não está apto a proferir uma palavra de estímulo, um elogio, um voto de sucesso ou de paz?

Temos todos algo grande dentro de nós: o amor maior em estado de latência, a assinatura do Criador em nossas almas perfectíveis.

O que temos de bom não precisa ser guardado a sete chaves conosco. A candeia precisa ser colocada sobre o alqueire para que brilhe para todos.

Brilhe, assim, a nossa luz, sem economia e sem medo. Há tantos que precisam dela...

Não deixemos passar um dia sequer sem ter sido importantes na vida de alguém, na história de um ser que respira ao nosso lado.

Haverá dia em que finalmente entenderemos o que é viver como irmãos na Humanidade inteira.

Que esta pergunta possa ecoar em nosso Espírito durante todo este dia:

Será que não temos algo grande que sirva para alguém?

Redação do Momento Espírita com base em depoimento anônimo, colhido na Internet. Em 16.10.2012.

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